Respeitado por aliados e adversários, o ex-senador amazonense Jefferson Peres estaria comemorando esta semana 94 anos de vida, se estivesse vivo. Nascido em Manaus, no dia 18 de marços de 1932, a figura inconfundível do parlamentar merece lembrança.
Nas redes sociais, a página Manaus na História relembrou a vida e legado do político, que nos deixou no dia 23 de maio de 2008.
Jefferson foi professor universitário, formou-se em Direito, em 1959, e em Administração de Empresas, em 1967. Pós graduado, letrado, um intelectual, que nos deixou no dia 23 de maio de 2008, ao 76 anos, vítima de um infarto.

. Eleito duas vezes senador, em 1994 e em 2002, hoje é nome de Parque e uma referência para veteranos e jovens políticos.
Entre os legados relembrados por políticos no Amazonas, está o Prosamin, programa de saneamento e habitacional que até hoje figura como carro chefe no Governo do Amazonas. O senador Eduardo Braga citou a parceria e disse que Peres foi inovador.
LEIA MAIS: Tadeu de Souza define pré-candidatura ao Governo como prioridade: ‘não me vejo em outra posição’
“Ele fundou um novo estilo de oposição. Uma oposição crítica e severa”.
O senador Plínio Valério relembrou Peres ano passado em uma entrevista ao site Amazonas Atual.
“Eu já tinha eleitores quando disputava [o Senado] ainda com o senador Jefferson Peres. Eu sempre tive eleitores. Disputei com ele a eleição do Senado, quando ele se elegeu. E o upgrade veio com a ausência do senador Jefferson Peres. Ele dizia que tinha um exército invisível. Ele não aparecia em pesquisas. Ele tinha um exército invisível”.
Invisibilidade que certamente a história há de guardar para sempre, como esse discurso, um dos últimos de Peres, que foi postado pelo ex-deputado Marcelo Ramos (PT), onde ele diz ter vergonha da própria classe, mas que se curvaria sempre à democracia, ganhando fartos elogios dos internautas.


