A Assembleia Legislativa do Amazonas recebeu do PT e do Partido Novo pedidos de impugnação das próprias chapas inscritas para a disputa de governador tampão do Amazonas. Com isso, Sérgio Augusto Bezerra e Audricléa Frota, do Partido Novo, e Daniel Fabiano Araújo e Daiane de Jesus Araújo, do Partido dos Trabalhadores, correm o risco de ficarem fora da disputa.
O Partido Novo é presidido por Karina Seffair de Castro. O partido alega que a chapa foi um “ato unilateral e juridicamente viciado, praticado em manifesta desconformidade com o regime normativo do pleito, com o Estatuto do Partido Novo e com a Constituição Federal”. Além disso, a vice estaria inadimplente com a sigla, que já havia emitido nota contrária à chapa.
No PT presidido pelo deputado Sinésio Campos, a resistência foi a mesma. “A ausência de deliberação partidária formal constitui impedimento para o reconhecimento de candidaturas de filiados e filiadas apresentadas em nome do partido”.
Sinésio, já disse, que vai votar em Roberto Cidade (UB).
Após a decisão da Assembleia Legislativa do Amazonas, os candidatos terão 48 horas para contestar. A eleição ocorre no dia 4 de maio.
A Procuradoria-Geral da Aleam e a Mesa Diretora tem mais dois dias para decidir. A Lei Estadual nº 8.162 de 2026 abre para que partidos políticos e membros do Ministério Público façam contestações de chapas.
Sendo assim, são três chapas confirmadas e sem contestação.
A Chapa nº 1 tem como candidato ao Governo William Bitar Barroso dos Santos (PSDB), com João Ricardo de Melo e Lima (PL) como vice.
A Chapa nº 2 é formada por Roberto Maia Cidade Filho (União Brasil) para governador e Serafim Fernandes Corrêa (PSB) como vice.
Na Chapa nº 3, concorre ao Governo Cícero José de Lima Alencar (DC), ao lado de Roque Lane Wilkens Marinho (DC) como vice.
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