O PL articula no Senado e faz as contas para conseguir os votos que façam do Senador Rogério Marinho (PL-RN) o futuro presidente da Casa, a partir de 2027, derrotando o atual presidente e candidato à reeleição, Davi Alcolumbre (União-AP).
A ideia de lançar o senador candidato nesta quarta-feira (4), coloca pressão sobre Alcolumbre, que terá de lidar com a antecipação do clima de disputa.
Domo da maior bancada eleita, com 29 senadores, apoiado pelo Novo, com três senadores, o partido precisa contar com dissidentes, para bater os 41 votos necessários.
A estratégia conta com votos do Republicanos, PP, MDB, Podemos e PS. Porém, a votação é secreta, o que pode resultar em mais votos, ou em traições.
A eleição ocorre no dia 1º de fevereiro.
Ter o comando do Senado, significa ter o controle de pautas como impeachment contra o presidente da República, ministros do STF e influenciar diretamente nas sabatinas dos futuros ministros a serem indicados por Lula.

